9.7.14

Sobre poesias e desregras gostosas

Voltei... \o/

Oi gente... Sem mimimi e blábláblá de explicações de cansaço, falta de tempo e vontade de sair correndo, por eu ter sumido de novo, vamos logo ao que interessa: O Post de hoje – que tô tentando escrever há mais de uma semana (rs).

Eu gosto de escrever poesias, não que sejam láááá aquelas coisas, mas gosto muito. Antigamente eu escrevia umas coisas “nada a ver”, eu tenho peito pra reconhecer, mas depois que me dei conta disso ficaram até bonitinhos.
[Aliás, esse julgamento de que era feio é pelo fato de que quando eu comecei a escrever eu era uma menina, hoje sou mais madura, meus escritos são diferentes].
Hoje, como eu curso Letras P/I, eu tenho a certeza de que eu me equivocava, não pelas palavras, rimas ou ordem dos sentidos, mas pelas coordenadas e regras. Eu, com muita timidez, revelo: Nunca tinha lido sobre Gêneros Poéticos.

Porém... Estudando mais um pouquinho, vejo que me encaixo em "formas livres", ou "contemporânea".

Eu conhecia bem o Soneto (dois quartetos e dois tercetos) e o Ode (palavras cultas e esquemas de estrofes) por gostar muito de "John Keats", mas para mim não convinha, não sei explicar. Hoje, empós conhecer outros gêneros como Elegia, Madrigal, Écloga, Epopéia, Rondó... de saber que cada gênero corresponde a época em que o autor se encontra /vive/, vejo que eu preciso me encontrar no mundo (rs). Mas por enquanto posso brincar enquanto aprendo. Afinal, eu sou uma aprendiz! =D

Escrevi lá Em Meu Divã para meu Namorido há um tempinho, um [quase] Soneto, pois não tem métrica - é, métrica também é fundamental -, mas tem regras de estrofes.

[...]

Perae, perae, perae... Quer saber? Dane-se as regras! "Vô escrevê do jeito que eu querê"! 

Ser desregrada também tem sua graça e é muito mais gostoso! Então, chega de blá blá blá e vamos lá:

Bejo bejo bejo 

30.1.14

Deus comigo ♥

Eu tenho um elo com Deus. Desde quando nasceu a raiz do conhecimento em mim, quando deixei de ser criança e comecei a pensar em coisas sobre a vida, eu me senti perdida. Eu não tinha quem me mostrasse o caminho certo e o errado, o melhor e o pior. [Tenho pais e uma avó que vivi junto, mas infelizmente não participaram da minha "mente" - contarei sobre outra hora]. Assim, como um meio de Deus me juntar à Ele, tive muitos problemas na adolescência, tanto no lado emocional como de saúde. Eu era fraca psicologicamente, eu vivia doente, além de ser sensivelmente dependente de opiniões.

O medo reinava nos meus dias. Eu não sabia agir sozinha, tudo eu tinha medo ou vergonha. Eu era extremamente tímida, até pra comprar roupas. Então me apeguei profundamente com Deus, em Teus cuidados. Pedi para ser uma marionete em Suas mãos, para que cuidasse inteiramente de mim.

Nessa época, lá pelos meus 12 anos, eu pensava que se eu me entregasse a Deus e não cometesse pecados premeditados eu teria o que eu desejasse. Teria êxito em tudo, inclusive sobre aquela primeira paixonite. Mas não, quanto mais eu orava mais tropeços na vida eu dava, mais doente e infeliz eu ficava.

Sem entender o porquê de tanto sofrimento, ainda tão nova e me sentindo tão velha, deixei-me entregar na depressão. Eram médicos e mais médicos para cuidar do meu corpo, mente e "hipocondrismo" - porque eu pensava que eu tinha uma doença maior àquelas que me deixavam doente, achava que tinha uma única que me fazia ter tantos problemas de saúde.

Enfim, saúde não é o tema, é complemento...

Aos 14, ainda fraca psicologicamente, conheci um rapaz 5 anos mais velho que eu, e muito mais experiente também. Foi amor e maldição! O amei tanto, mais que minha própria vida, fui tão feliz que nunca tinha sentido tal felicidade e sofri como uma inocente condenada à morte. Então, a depressão se tornou aguda, comecei a depender de remédios para não sentir tanta dor no peito. Depressão é mesmo praga, é insuportável e incontrolável.

Mas enfim, depressão também não é o tema, embora eu possa falar desse mal, que às vezes é bem, com muita familiaridade, é complemento.

Com tantos anos de sofrimento gratuito, pois eu podia ter pegado outro rumo se eu tivesse meios e força, ou ao menos aberto a boca para falar aos meus pais que o que eu sentia não era normal, eu adquiri um bem que fez valer a pena: Eu degustei dor e felicidade, hoje, uma árvore não é só uma árvore, é refrigério e adereço da natureza, o vento faz melodia ao tocá-la e o gosto do seu fruto dá prazer. Comecei a descrever sintomas em papéis de uma forma poética, e assim, desoprimi minha vontade de expor o que eu sentia. Meu jogo de palavras eram condoídas há alguns anos, mas hoje escrevo com estabilidade de sentidos e a paixão de datar tudo que sei, sinto e quero é de imenso prazer.

Eu precisava dizer tudo isso antes para falar do meu elo com Deus. Nada foi por acaso, pode até ter sido consequência, mas tudo que aconteceu na minha vida, seja bom ou ruim, me levou a ter intimidade com Deus. Ele me ensinou a sentir sem exceder os limites, me ensinou a orar olhando em Seus olhos. Ele me mostrou que nada para mim vai ser fácil, mas sendo assim, muito difícil, que Ele está perto de mim. Me deu sensibilidade e sabedoria de escrever poesia, me ensinou a enxergar Ele em tudo que há na vida. Me levou até o princípio de tudo e me fez questionar a existência do homem - Hoje eu tenho certeza que Deus é o primeiro e único... [Eu gostaria de dizer mais, mas devo estar cansativa aos olhos de quem me lê]

Por fim, grito à todos: Meu elo com Deus é que se eu errar, em qualquer sentido ou intensidade, eu vou pagar pelos meus erros, mas ninguém erá errar comigo! Eu não traio, portanto se alguém me trair eu fico sabendo, logo, Deus me tira do meio da deslealdade. Eu posso até mentir, mas sempre descobrem minha mentira, porém, ninguém mente para mim sem que eu descubra.

Eu ainda sou uma aprendiz da vida, mas me orgulho muito do que sou e por ter Deus comigo. Não há nada mais prazeroso do que conhecer a Ele, ler Seu livro e andar com Seus passos...





Música:




E Beijos ♥

23.1.14

Mainha Postiça

As mudanças do ano passado para cá foram bruscas - Eu já disse que isso me assusta? Pois é, mudanças bruscas me assustam!

Como se não bastasse meu casamento, que aconteceu em setembro, mas revelado somente em Janeiro, inclusive para a família, ganhei um "fiii".

- O que? Casou escondido? Mas como assim? Um filho, Pricila?

 É, um filho criado e barbado, pois o menino já tem 18! Rs.

Ele, o Nando [de Ernando], é filho do meu marido com sua primeira esposa. E não é só ele, tem mais uma menina de 22, chamada Samara, que continua na Bahia. - Eu já disse que eles são da Bahia? Pois é, são todos nascidos e instruídos de lá.

Para mim não há incomodo algum, o Nando é um doce e muito educado. Embora tenha sido surpresa essa vinda de moradia em plena minha "Lua", pois o "Mel" já foi faz tempo, até que está sendo engraçado - Ou eu deveria dizer estranho? Sei lá, vamos ver o que vai dar...

Eu não casei escondido, só não contei pra ninguém que fui morar com ele. Foi assim, de repente já não conseguíamos dormir separados, e hoje, já não dá pra ficar sem colinho, denguinho, cafunezinho... rs.

Não faz nem duas semanas que descobriram tudo através da língua comprida do meu irmão mais velho, que já não me via mais em casa. Fiquei envergonhada diante do meu pai, por hoje ele ter a certeza de que não sou mais virgem. - Será que ele pensava que eu era virgem? Kkk.. Eu nunca conversei sobre esses assuntos com meu pai, que vergonha!

O mais espantoso de tudo, não é nada disso. O que eu ando me repreendendo ultimamente é a pronúncia e palavras usadas por eles que fazem ecos nas palavras que saem da minha boca. Isso sim esta estranho! Rs.

As roupas já não estão mais molhadas, estão "môiadas", já não peço coisas para mim, peço "dá pra eu" e eu não pergunto mais por fulano, eu "procuro por ele"... Kkk... São vícios linguísticos que eu já estou tratando em perdê-los! Nada pessoal, só gosto de ser Paulista mesmo.

Meu marido já esta em São Paulo há tempos, já não fala mais cantado e "estendido" as ultimas palavras das frases, mas o Nando ainda esta no "OxeÊente BichiinnhuUu"... Kkk. Isso não deveria ser engraçado, mas é, sinto muito... rs.

Eu fico com dó dessa gente que sai de longe pra tentar a vida em São Paulo. Aqui é PUNK demais pra quem esta acostumado na vida mansa. Mas isso eu deixo pra contar outro dia. ;)

Enfim, o Nando já esta com saudades de casa e da Vovó que faz umas cocadas DE-LI-CI-O-SAS. Ele trouxe um monte pro Zé Carlos (meu marido) e pra mim. E adivinha quem comeu tudo quase que no mesmo dia? Kkkk Irresistível!



15.1.14

Das que me jogam na cama...

Ela chega, me atira na cama, me faz suar e estremecer músculos e pele: rápido e involuntariamente. Me deixa sem fôlego, me consome a energia e me arranca vontades.

Ela até avisa que vai chegar, mas não adianta lhe dizer que não. Ela é teimosa e faz de mim mimada e dengosa.

Não consigo controlar seus caprichos e instintos. O que eu posso fazer é ceder a sua robustez em querer me controlar.

Deixo de ser dona e passo a ser escrava da cama, dos manjares e da água.


Quando estou gripada é assim [bem literalmente nos ditos]: não sou ninguém, até melhorar... rs   :(



2.1.14

O Namorido de 1914

Olá... não sei como começar... :}











Tá, vou falar: Ando com uma vontade enorme de escrever nos meus Bloguitos! Muita mesmo! Vontade incontrolável! Mas... eu casei...


- Eu ouvi isso, viu?! Burra o cacete!! ... Talvez só um pouquinho...


Pois é, um dia a gente tem que casar, mesmo que só para experimentar.


O lado bom é dormir juntinho, de ladinho, de conchinha, com as pernas em cima da barriga dele, virar dormindo com os braços abertos e dar tapas na cara do marido - pois na cama de casal agora tem mais um -, fazer amor qualquer hora, ter colinho sempre, ter alguém pra esfregar suas costas, abrir os potes apertados, pedir pra ir comprar refrigerante com o dinheiro dele e aproveitar e dizer pra trazer cocada e chocolate, fazer mais amor de madrugada...


Mas aí, o lado B do disco é riscado: Fazer comida, manter a casa limpa, dar satisfações se você foi pra perfumaria, pro mercado ou estava conversando com algum macho mau, tatuado, tarado, suado e solteiro. Lavar roupas, fazer café da manhã, dar atenção sem ter tempo, ficar sem tempo também para os amigos, para minha gata, para blogar, para fazer as unhas, o cabelo...


Enfim, esses são só detalhes, pois a vida conjugal é PUNK! Eu estou gostando, mas ao mesmo tempo lamento por renunciar muitas coisas, inclusive a net, pois na casa do marido não tem net... - como pode, em pleno século XXI? - Por incrível que pareça, meu marido não é um internauta. Seu trabalho não se relaciona em nada com computadores, ele não gosta de redes sociais, menos ainda de bate-papos. Incrível!


Mas aí² você me diz: Poe net na casa, uéh... - Pois é, mas aí³ não vou ter desculpa pra visitar a mamãe, a minha filha Ester Cats, minha outra filha Xuxa Dogs, minha [só minha] cama de casal, meu guarda-roupa enorme que tenho que manter aqui (sim, estou a mamãe hoje), pois não cabe todas minhas roupas na casa do marido...


Sem contar que tenho que arcar com despesas e afazeres na casa da mamys (que ainda é minha cassa também) porque mamys é deficiente física, e meu irmão de 11 anos depende de mim pra quase tudo.


Viram o drama? Pois é, a rapadura é doce, mas não é mole!


Mudando de assunto:

Não tenho mais cabelão até o popô e não sou mais loira. Surpresaaa... Enjoei e mudei. Não me arrependo, mas tenho saudade, principalmente por me lembrar todos os dias quando acordo que meu cabelo odeia ser curto e arma o maior barraco. Então eu tenho que fazer muito carinho nele pra ficar calminho e lisinho, do jeito que sempre foi... rs.


Ok, ok, vou parar de falar, vou deixar pra outro dia as fofocas do dia-a-dia e manter firme meu desejo de blogar, tanto aqui como lá Em Meu Divã que está tão cheio de poeira e teias de aranha, de tão abandonadinho... :(


Agora vou embora porque me deu soluço - AFF - Vou dormir :)


Bjo Bjo pra tu, que me viu passar... ♥


Ah, quase me esqueci: FELIZ 2014, gente que entende, que gosta e namora tudo que há de bom!

E agora... eu:





















Agora minha filha Ester Cats:




















+Beijos

13.10.13

Gente que não é gente


Priscila diz: Posso reclamar?

Priscila diz: Claro que pode o Blog é seu...

Priscila diz: Verdade, o Blog é seu... E meu... Seu e meu, de nós cinco...


Tô rodeando aqui faz tempo. Eu penso, repenso, escrevo, apago, reescrevo... Daí, surge as questões: Vou escrever isso hoje? E aquele negócio que eu queria dizer antes disso? E Meu Divã, não vou escrever nele? Ah, mas eu não quero falar sobre isso agora... Já sei, vou postar aquele texto pronto... Não, pera...


Nisso, continuo nos rascunhos, suprimindo minhas vontades...


E outra coisa: Ando brava, e mau humor, triste, estressada e retardada... Porque? Convivência com estúpidos...


Pense numas pessoas ignorantes, ineptas, de língua preta que só presta pra falar mal de outras pessoas, de mau caráter, inconsequentes, ordinárias, encrenqueiras, mesquinhas, farsantes, hipócritas, traiçoeiras, e... e... FDPs.


Pensou? Então, estou convivendo com essas porcarias quase todos os dias. E isso me deixa super triste e estressada.


Infelizmente não posso dar nome aos BURROS, também não posso dizer de onde são essa gente suja. Não por medo, mas por prudência. Enfim...


ODEIO gente que vive especulando a vida de outras pessoas. ODEIO quem fala mal pelas costas, seja verdade ou não. ODEIO qualquer tipo de difamação, seja verdade ou não. ODEIO gente que se faz de santa e pelas costas são demônios...


O pior disso tudo, não é só conviver com essa gente nojenta, o pior é ser influenciada por elas. Pois é... eu estou me sentindo baixa por ter que dar ouvidos a essas mesquinharias. Sem querer, eu estou me vendo dentro de um covil, me sinto suja igual, só pela convivência...


Eu não me reconheço mais, eu nunca fui de brigar e estou brigando, nunca fui de gritar e estou gritando, nunca fui de me deixar influenciar e estou deixando me levar por palavras que machucam e sujam índoles.


Me sinto uma qualquer toda vez que me encontro com essas pessoas. Regredi de uma maneira que não consigo me encontrar mais. Tudo que eu aprendi e desenvolvi em questão de comportamentos e caráteres parece longe, muito longe. Está difícil até eu me concentrar e pensar em qualquer coisa me devolva o bom senso.


O que salva meu dia são meus estudos, ter 4 horas do meu dia focada nos afazeres da escola me faz sentir útil e purificada. Mas assim que eu encosto a cabeça no travesseiro vem os pensamentos malditos do meu dia perdido e regredido.


Ainda tenho dois meses de pelejo. Mas assim que acabar esses prazos eu juro que nunca mais me submeto a conviver com esse tipo de gente de má qualidade.


Uffa! Desabafei um pouquinho... Eu nem ia escrever essas coisas, mas isso é algo que esta me sufocando de verdade. Escrever sobre é um meio de me aliviar ou digerir o que sinto.


Hoje vou orar a Deus, pedir paciência e acrisolamento de corpo, alma e mente. Vou pedir a Deus que me livre o mais rápido possível de tudo isso que adoece meu espírito e que minha inteligência volte junto com minha sabedoria.


A depressão? Ela esta minha amiga...

18.6.13

VTNC, seus FDPs, cambada de VGBs, CVRDs e LXs INUmanos

(Quem decifrar o título ganha um doce)

Com essa fase de protestos, o que já era desprotegido ficou pior – pra piorar, no Brasil, sempre dá-se um jeito – e não se pode contar nem com atendentes do 190.

Hoje presenciei um assalto, praticamente na porta da minha casa, eu e meu namorado ficamos chocados (por ter sido na nossa frente, pois sabemos que há casos piores).  

Certa moça, seguindo seu caminho de casa junto com sua filha de uns quatro anos, é fechada por um veículo no seu sentido oposto. Quando eu ouvi “sai do carro” e vendo a cara de espanto do meu namorado olhando do outro lado da rua, eu me virei para ver o que estava acontecendo, quando me deparo com a covardia de dois safados/vagabundos/pilantras/ desgraçados e LIXOS humanos já pra fora do carro apontando, cada um com sua arma, pra cabeça da moça gritando pra ela sair do carro. A moça, coitada, começou a chorar gritando que sua filha estava no banco traseiro, e foi aquela confusão...

Eu não sabia o que fazer. Não podia entrar pra dentro de casa porque, além da moto do meu namorado estar na rua, o meu irmão estava na calçada da casa ao lado brincando com um coleguinha. Eu não sabia se chamava meu irmão ou se eu ia até ele. Meu namorado dizendo “não grita, chama ele baixo” e eu andando bem devagar... Peguei ele pelo braço e o coloquei pra dentro. Nisso, já tinham levado o carro da moça, jogado ela e sua filha na rua, e saíram cantando pneu.

Em seguida fomos ajudá-la, já peguei meu celular e disse: Meu Deus! Qual é o número da polícia? (kkk.. seria cômico se não fosse trágico). Me deu branco, daí alguém disse: 190... Mas quem disse que funcionava?! Tentei do meu celular, do celular do meu namorado, do meu outro celular, do da vizinha que tinha acabado de chegar e nada... Nenhum celular funcionou 190. Aff!

Fiquei nervosa só de lembrar do ocorrido... Mas graças a Deus ela conseguiu pegar a filha, estão as duas bem. Ela ligou pro marido, em menos de 5 minutos ele já estava com ela e o carro tem seguro. Uffa, que noite.

Acho que não vou poder mais dizer pro meu namo: “Ah, fica só mais um pouquinho, vai...” Porque a coisa esta feia!


E minha também...
E agora, vou dormir porque isso tudo me deu uma baita enxaqueca. Bjo bjo